Arquivo mensal: fevereiro 2016

O que aprendi com quarto melhor Head Hanter do Brasil

Empreendedorismo, empregabilidade e inovação jamais estiveram tão em alta como estão no momento no Brasil, graças ao período de crise. Conheça as principais lições que eu aprendi sobre o assunto, com o quarto melhor Head Hanter do Brasil.

A empatia de uma pessoa se proclama em suas atitudes. Pude perceber isso ontem, ao assistir a palestra do Head Hanter Bernt Entschev, promovida pela Universidade Católica de Joinville. Atualmente, Bernt é fundador da consultoria de Recursos Humanos De Bernt Entschev Human Capital, especializada nos serviços de Market Research, Executive Search, Assessment e Outplacement.  Já foi funcionário da Souza Cruz, onde exerceu diferentes cargos em diversas cidades do Brasil. Mas nem sempre foi assim.

Hoje executivo, Bernt vêm de origem humilde. Nascido na Alemanha, filho de pai húngaro e mãe alemã, ele chegou ao Brasil no final da década de 1940. A família fixou residência em Curitiba. Ele começou a trabalhar com 13 anos de idade, como office boy da hoje extinta Prosdócimo. Assim iniciou sua jornada que inclui venda de televisão, venda de seguro e até venda de carnê do Baú. Ao longo de 14 anos, o alemão passou por 11 empregos diferentes.

Quando ainda passava por necessidades financeiras, Bernt foi recrutado para fazer um estágio em vendas na cidade de São Paulo. Chegando lá, o jovem trabalhador se instalou em um hotel que oferecia um precioso café da manhã. Porém, ele não conseguia aceitar que tinha esse privilégio, enquanto sua família passava por necessidades. Bernt contou que: “cada pedaço de pão e de frutas passava arranhando na minha garganta”.

Foi esse grandioso homem de negócios que passou uma hora e meia, de sua lotada agenda, compartilhando conhecimentos que são verdadeiras lições de vida. Vou dividir com você, tudo o que eu aprendi com esse cara, que já foi eleito o 4º Melhor Headhunter do Brasil pelo Canal RH.

Bernt falou sobre empreendedorismo, empregabilidade e inovação. Começando por empreendedorismo, para ele, há duas lições fundamentais para os empreendedores.

  1. Só se faz ótimos negócios, com um ótimo planejamento

Um ótimo planejamento é ponto de partida para a realização de ótimos negócios. É necessário definir: “o que fazer?”, “como fazer?”, “por que fazer?”, assim por diante.

  1. O empreendedor deve saber lidar com o risco

O risco faz parte da rotina do empreendedor. Logicamente que os riscos devem estar pautados em informações e análises atuais e projeções futuras, para o empreendedor ingressar apenas em riscos calculados.

Seguindo essas duas lições, três fatores são necessários para empreender:

  • Plano de negócio: para definir a estruturar seu negócio.
  • Gestão: capacidade para gerir seu negócio.
  • Gestão do tempo: conhecer as prioridades e o tempo necessário para executá-las.

Quanto ao segundo tópico da palestra, para Bert, empregabilidade e inovação estão interligados. Então, ele coloca quatro lições para garantir sua carreira.

  1. “Mais importante do que estar empregado é ser empregável”

Isso quer dizer que você precisa possuir um valor para despertar o desejo das empresas.

  1. Mantenha-se sempre com o conhecimento atualizado

Conhecimento não se adquire apenas em treinamentos, cursos, graduações, especializações ou Pós-Graduações. Você também pode adquirir conhecimento lendo livros, assistindo a palestras e aprendendo com superiores. Outra dica é a prática deliberada. Quanto mais você pratica, analisando acertos e erros, mais você alcança a maestria.

  1. Domine, pelo menos, um segundo idioma

Oportunidades se abrem aos profissionais que dominam uma segunda língua. Além disso, esses trabalhadores ganham mais do que os que dominam somente o português.

  1. Seja multi

Tanto multifuncional, adaptável a diversas funções, quanto multitarefa, capaz de realizar diversas tarefas. As empresas necessitam cada vez mais de profissionais com essa forma de pensar e agir.

  1. Inove

A saída para a inovação não deve estar nos concorrentes, ela deve estar na sua forma de ver o mundo. Você deve interpretar as coisas de maneira diferente do entendimento dos outros.

Além disso, Bernt compartilhou ensinamentos para evitar uma demissão. Para ele é mandado embora, principalmente, quem trabalha o mínimo necessário e entrega pouco resultado. Ou seja, o típico profissional acomodado, que faz somente o chamado “feijão com arroz”. Isso em situações normais, não em períodos de crise.

Por fim, uma dica para manter-se no emprego é destacar-se pelo relacionamento com as pessoas. Quem lida bem com as pessoas é mais difícil de ser demitido. Ninguém gosta de mandar embora alguém que se dá bem com os funcionários da empresa.

*Texto originalmente publicado no Portal Administradores, disponível em:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-aprendi-com-quarto-melhor-head-hanter-do-brasil/93812/

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Um presente especial para você

Imagine que você é parado na rua por uma pessoa que ainda não conhece. Essa pessoa se apresenta como alguém que tinha estabelecido um objetivo na vida, que quando fosse alcançado, haveria o pagamento de uma promessa. Ele conta que seu objetivo era tornar-se multimilionário. Conta que esse dia chegou e que sua promessa é parar a primeira pessoa que encontrar na rua e lhe dar de presente, a troco de nada, um milhão de reais. Conta que o felizardo é você. O que você faria? Aceitaria sem hesitar? Ficaria desconfiado? Teria dúvidas?

Claro que essa é apenas um situação hipotética, mas não é nada diferente de outras ocasiões que acontecem com você no seu dia-a-dia. Então, veja um exemplo mais próximo da sua realidade. Eu tenho certeza que você já deu um presente a alguém sem qualquer motivo especial, como datas comemorativas (aniversário, natal, etc.). Também tenho certeza que você se sentiu muito bem ao fazê-lo. E como se sentiu a pessoa que recebeu o presente de você? Muito bem também, não é?

Essa é a chave da questão. Tanto quem doa, quanto quem recebe ficam felizes. Eker, autor de “Os segredos da mente milionária”, coloca que: “dar e receber são duas faces de uma mesma moeda”. Quando você recusa uma doação, você está negando ao doador a alegria e o prazer de dar. Em última instância, você está fazendo-o infeliz. Isso vale não apenas para quem não aceita receber dos outros, mas também para quem faz comentários do tipo: “Não precisava”, “Eu não mereço”, “Por que você foi se incomodar?”, assim por diante.

Se você não sabe ainda, deixa comigo, eu me encarrego de lhe comunicar: é óbvio que precisava, é obvio que você merece e óbvio que dar um presente para você não é um incômodo. Precisava porque você é especial, você merece porque é extraordinário e lhe presentear é uma alegria e um prazer.

Quando você recusa presentes, ou quando faz comentários negativos quando os recebe, você está treinando o universo a não lhe dar. O universo só presenteia quem é digno de receber. Só recebe quem aceita merecer. Quem define se é merecedor ou não é você. Se você acredita que é, então vai ser merecedor, se acredita que não é, realmente não será. Simples assim.

Toda vez que você nega receber qualquer coisa, o universo se encarrega de fazer chegar aquela preciosidade para quem estiver apto e aberto a recebê-la. É justamente por isso que o rico fica cada vez mais rico, o feliz fica cada vez mais feliz, para citar alguns exemplos. Ricos e felizes estão abertos a receber e, por isso, acabam treinando o universo a sempre lhe dar.

O contrário também é valido, o pobre que fica cada vez mais pobre e o infeliz que fica cada vez mais infeliz não aceita quase nada dos outros. Seja por orgulho, seja por achar que pode conseguir tudo sozinho, em ambas as situações essas pessoas estão se fechando para a dádiva do recebimento. Estão treinando o universo a não lhe dar.

Seguindo esse raciocínio, dar possui a mesma importância do que receber. Você deve tanto dar, para ficar feliz e fazer os outros felizes, quanto receber, também para ficar feliz e fazer os outros felizes. Você precisa ter clareza que dar não é melhor do que receber e receber não é melhor do que dar.

Então, a próxima vez que você receber um presente de alguém, pule de felicidade. Expresse toda a sua alegria e o seu prazer por receber esse privilégio. Agradeça e abençoe a pessoa que lhe presenteou.  Lembre-se de mentalizar que você merece porque é uma pessoa única e extraordinária. A próxima vez que você der um presente a alguém, também, pule de felicidade. Expresse toda a sua alegria e o seu prazer de ter o privilégio de dar. Abençoe a pessoa que você presenteou e diga que ela é única, extraordinária e merecedora de todas as virtudes que o universo têm a oferecer.

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Será que realmente “tá tranquilo, tá favorável”?

Você vai cair na ingenuidade do “tá tranquilo, tá favorável”? Ou já caiu? O novo jargão parece ser uma simples bobagem que viralizou no Brasil, mas por trás dessa frase banal há uma perigosa armadilha para o nosso crescimento pessoal e profissional.

Existe uma condição biológica dos indivíduos, chamada de autoengano, na qual as pessoas involuntariamente criam pequenas mentiras para ter uma sensação de alívio. O autoengano é uma defesa desenvolvida pelo nosso cérebro, que é acionada toda vez que nos deparamos com situações difíceis.

Basicamente, o cérebro coordena seu funcionamento de modo que gaste o mínimo de energia possível. Se não ficarmos atentos a isso, ele sempre vai preferir o caminho mais fácil, pois seu objetivo principal é garantir a nossa sobrevivência. Caminhos difíceis são evitados porque consomem muita energia do nosso cérebro.

Então, nosso cérebro é capaz de evitar uma situação que exija bastante esforço para optar por outra que seja mais simples de se lidar. É aí que surge o autoengano. No momento em que nos deparamos com uma situação que exige esforço, automaticamente, pensamos: “nossa, isso vai dar um trabalho”. Nesse momento o cérebro vai pelo caminho do autoengano e, como recompensa, temos uma sensação de alívio.

O problema é que esse alívio imediato é ilusório. Decidir pelo caminho mais fácil, nem sempre é a melhor opção. O alívio é de curto prazo. Na maioria das vezes o caminho do esforço vale a pena, mesmo que seja trabalhoso, porque gera muito mais benefícios futuros.

Além disso, outra consequência do autoengano é a racionalização. A racionalização é uma espécie de justificativa racional para uma decisão errada tomada emocionalmente. Somos capazes de inventar desculpas “racionais” para nos aliviarmos emocionalmente. Isso é altamente prejudicial para a qualidade das nossas decisões.

Mas afinal, o que o “tá tranquilo, tá favorável” têm a ver com isso tudo? Essa aparentemente ingênua frase é um verdadeiro autoengano. No fundo você sabe que precisa resolver seus problemas, você sabe que precisa terminar aquela pendência que está procrastinando a dias, você sabe que poderia estar rendendo mais, assim por diante. Mas para você é muito mais fácil dizer que: “tá tranquilo, tá favorável”. Para você, realmente “tá tranquilo, tá favorável”?

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A única explicação para estar desesperado com a crise

Só existe uma explicação para estar desesperado com a crise. Sim, uma única explicação. Se você está desesperado com ela é bem provável que você sofra desse mal, que está rapidamente se alastrando na população brasileira. Aliás, eu tenho minhas dúvidas se esse mal se disseminou entre os brasileiros por causa de períodos de estabilidade econômica ou se sempre sofremos desse incômodo.

Antes de esclarecer a única explicação para estar desesperado com a crise, vou falar sobre um pouco sobre ela. Não é necessário entrar em muitos detalhes sobre o assunto, porque você sabe que ela chegou faz algum tempo e está derrubando muita gente e muitos negócios. A questão fundamental nesse momento não é discutir as causas ou as circunstâncias desse período de turbulento, mas sim conhecer a sua maneira de reagir perante a crise.

Eu tenho notícias nada animadoras apontadas pelos maiores especialistas em economia do País, que anunciarei mesmo sabendo que será doloroso escutá-las. Os mais otimistas apontam que no segundo semestre de 2016 as coisas começarão a melhorar e os mais pessimistas dizem que só teremos uma mudança de cenário em 2017.

Isso quer dizer que, mesmo havendo margem de erro nas projeções tanto dos otimistas quanto dos pessimistas, em ambas as análises a crise permanecerá até pelo menos julho de 2016. Estou escrevendo esse artigo em fevereiro. Acabo de sair de uma reunião de empresários que me disseram que de dezembro de 2015 até agora a coisa está feia. E ainda temos março, abril, maio e junho pela frente (pelo menos).

Vejo empresários, profissionais demitidos, profissionais com medo de serem demitidos, vendedores, para citar alguns, reclamando da conjuntura conturbada do mercado. As pessoas que reclamam da situação econômica do Brasil são as mesmas que estão desesperadas com a crise. Se você é um desses que entrou em desespero, saiba que existe uma única explicação para isso: acomodação.

Eu não conheço a sua forma de reagir perante a crise, contudo, se você está apavorado com ela é porque ainda não se preparou para enfrentá-la. Você sabia que a crise chegaria? Que atitudes você adotou diante dessa informação? O que você fará até a crise continuar? O que você fará quando ela acabar? O nível de respostas para cada uma dessas perguntas demonstra o seu preparo para prosperar apesar da crise.

O Brasil já viveu períodos de estabilidade econômica, com a implantação do Plano Real, que trouxeram muitos lucros para os mesmos empresários, profissionais hoje demitidos, profissionais com medo de serem demitidos e vendedores que hoje reclamam. E você, se preparou para enfrentar a crise?

O melhor momento para planejar mudanças não é quando o perigo bate a sua porta. Pelo contrário, é quando as coisas estão em ordem que mudanças são necessárias. Em períodos instáveis a pressão e a ansiedade aumentam e as decisões precisam ser tomadas para ontem. Você precisa de tempo e de tranquilidade para tomar as melhores decisões sobre o seu futuro ou sobre o futuro da sua empresa. Isso você só consegue durante a estabilidade.

Assim, mesmo que antes você não soubesse da crise, seja pela pior maneira possível ou pela melhor, hoje você conhece a realidade da situação econômica do Brasil. Que atitudes você adotará diante dessa informação?  Você vai continuar reclamando do governo, dos bancos, dos clientes e das empresas ou vai assumir a responsabilidade sobre os seus resultados?

*Artigo originalmente publicado no Portal Administradores, disponível em:

http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/a-unica-explicacao-para-estar-desesperado-com-a-crise/93760/

Como dizer a coisa certa no momento certo

Uma única pessoa receberia um prêmio. Não somente um simples brinde, mas sim um dos maiores presentes que alguém pode receber. Um livro. Também não se tratava de um simples livro, era um dos livros que mais influencia as pessoas ao longo todos os tempos: “Os segredos da mentalidade milionária” de T. Harv Eker. O auditório estava lotado, com mais de trezentas pessoas de diversas áreas, mas somente uma seria premiada.

Joinville, auditório da Expoville, dia 24 de fevereiro de 2016. A palestra era de Leandro Marcondes, um dos três brasileiros licenciados por Eker para falar sobre os ensinamentos do livro. Em um momento especial da sua fala, Marcondes proporciona uma ocasião singular, que acontecerá uma única vez. Ele conta uma história e desafia a plateia. Diz: “Quem souber a resposta para a pergunta que eu farei, receberá gratuitamente o livro ‘ Os segredos da mentalidade milionária’ das minhas mãos”.

Não vou contar qual era a história, nem qual era a pergunta, muito menos qual era a resposta, porque isso é o que menos importa. O ponto fundamental é saber a importância de estar preparado para dizer a coisa certa, no momento certo. Eu sabia a resposta, que outras duzentas e noventa e nove pessoas não sabiam. Eu respondi. Leandro veio até mim e me pediu que eu repetisse. Então, me passou o microfone para todos ouvirem.

“Parabéns, o livro é seu”, disse ele, e me pediu para se apresentar. Além de ganhar o livro, ganhei a chance de contar para todos os presentes o orgulho de trabalhar transformando a vida das pessoas com o Coaching. Leandro passou a palestra inteira repedindo: “Aquele é o Marco, ele é Coach. Precisando de um Coach, fale com ele”.

Agora eu pergunto a você. Como eu sabia a resposta? Sou diferente das pessoas que não sabiam? Jamais. O motivo de eu ter a resposta na ponta da língua é resultado da minha preparação. Antes de ir a palestra do Leandro eu me informei acerca de tudo que eu podia sobre ele (li entrevistas, assisti a vídeos, etc.), me informei acerca de tudo que eu podia sobre o assunto (inclusive já tinha lido o brilhante livro de T. Harv Eker).

Não preciso nem dizer que isso não tem nada a ver com sorte. Eu respondi porque me preparei para saber. Não dei um chute e acertei, eu realmente sabia a resposta. Mas existe um outro aspecto, que ilustra um dos ensinamentos do livro de Eker. Trata-se do processo de manifestação, que têm a seguinte sequência: pensamentos > sentimentos > ações > resultados.

Assim que o Leandro disse que daria o livro para quem soubesse a resposta eu pensei “esse livro é meu” (pensamento positivo). Isso automaticamente me deixou empolgado (sentimento positivo). Terminada a história, que eu já conhecia, e feita a pergunta, eu rapidamente respondi (ação positiva). Como consequência, tive o privilégio de ganhar um presente que fará com que eu dê saltos ainda maiores (resultado positivo).

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*Artigo originalmente publicado no Portal Administradores, disponível em:

http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/como-dizer-a-coisa-certa-no-momento-certo/93788/

Síndrome do digo mas não faço

Você deve conhecer alguém que vive dando conselhos as pessoas, mas não faz nada do que diz. Sabe aquela pessoa conhecida, que vive compartilhando coisas lindas nas redes sociais para pintar um quadro de boazinha, mas que na vida real não passa de um péssimo indivíduo?

Nesse tipo de pessoa, facilmente se percebe uma incoerência entre seus pensamentos e suas atitudes e comportamentos. Este fenômeno é conhecido como dissonância cognitiva. Em palavras mais simples, há um conflito entre razão e emoção. A pessoa emocionalmente sente uma coisa, mas racionalmente faz outra. Eu chamo isso de “síndrome do digo mas não faço”.

O ideal é que haja um alinhamento entre razão e emoção, para que seus pensamentos estejam coerentes com as suas ações. Desse modo, você fará exatamente aquilo que você diz fazer. Você deixará de falar uma coisa e fazer outra. Você alcançará a coerência cognitiva, que é o equilíbrio entre razão e emoção.

No coaching, há uma série de ferramentas para desenvolver a coerência cognitiva. Com o alinhamento entre a suas formas de pensar e agir, você terá todas as condições necessárias para ter uma vida coerente com os seus objetivos pessoais e profissionais.

E você, sofre de dissonância cognitiva ou desfruta da coerência cognitiva?

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O que importa é o presente

Existe um grupo de pessoas que vive dizendo: “bom era antigamente, porque…”. E completa com um motivo que considera o melhor para aquele passado ser muito mais perfeito do que hoje. Também há um grupo de pessoas que vive dizendo: “bom será quando…”. E completa com um motivo que considera o melhor para aquele futuro ser muito mais perfeito do que hoje. Para elas nada está bom hoje. Se você se identificou com um desses dois perfis, ou pensou que alguém próximo age exatamente assim, repense suas atitudes ou repasse esse post para quem precisa.

Se, pelo contrário, você não se identificou com nenhuma das situações citadas acima: parabéns. É bem provável que você pense e aja com foco no presente. Ao invés de perder muito tempo pensando em como as coisas eram boas ou ruins, ou em como as coisas poderiam ficar melhores ou piores, você age agora para criar o seu futuro.

Você pode até rapidamente pensar um pouco no passado, para entender onde você está agora, e no futuro, para definir onde você quer chegar, mas seu foco está no presente, para você fazer a coisa certa para alcançar seu futuro desejado. Você se concentra nas ações necessárias para alcançar seus objetivos.

Lembre-se que o passado ficou para trás e o futuro ainda não chegou, então, o que importa é o presente. Não importa onde você está, caminhando você estará mais perto de onde quer chegar. Se o futuro ainda não existe, você pode criá-lo da maneira que sempre desejou. Sessões de coaching ajudam você a trabalhar todas essas questões com a definição de objetivos e acompanhando as ações necessárias para alcançá-lo.

E você, o que está fazendo hoje para conquistar seus objetivos de amanhã?

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